Terça, 11 Dezembro 2018

Boletim Arauto Mariano - Março 2018

         Número 3 da nova fase - Março de 2018 - Tempo da Quaresma - Ano do Laicato         

 

O que é abstinência e como se pratica?


A abstinência é um gesto penitencial no qual os fiéis se privam ou abstêm voluntariamente de comer carne.

Vem da palavra em latim “abstinentia” e, ao realizar este sacrifício, a pessoa faz – em espírito, alma e corpo – um ato de reparação pelo dano ocasionado pelo pecado e para o bem da Igreja.
O Código de Direito Canônico indica que “todos os fiéis, cada qual a seu modo, por lei divina têm obrigação de fazer penitência”, a fim de que “se abneguem a si mesmos”.
“Para que todos se unam entre si em alguma observância comum de penitência, prescrevem-se os dias de penitência em que os fiéis de modo especial se dediquem à oração, exercitem obras de piedade e de caridade”, assinala o cânon 1249.
Por isso, a partir dos 14 até os 59 anos, os católicos devem praticar a abstinência todas as sextas-feiras do ano em honra à Paixão de Cristo, a menos que este dia coincida com uma solenidade, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
No cânon 1253, a Igreja assinala que cada Conferência Episcopal pode determinar os modos de observar o jejum e a abstinência, assim como “substituir outras formas de penitência, sobretudo obras de caridade e exercícios de piedade, no todo ou em parte, pela abstinência ou jejum”.
Em declarações ao Grupo ACI, Donato Jiménez explicou a origem da prática da abstinência.
Disse que, antigamente, preparar uma comida que incluísse carne era caro e considerava-se “suculento”. Por isso, “uma forma de jejuar e uma forma de austeridade era não comer carne”.
Acrescentou que, atualmente, a abstinência implica não só “nos privarmos de carne, mas de outras delícias”, como fast food, doces, lanches e outras opções gastronômicas agradáveis.

Abster-se não é o mesmo que jejuar


O jejum consiste em substituir a refeição forte do dia (o almoço) por pão e água. Os católicos que têm entre 18 e 59 anos são obrigados a praticá-lo na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. Se a pessoa tem problemas de saúde, pode ingerir comidas sóbrias.

ACI

 

 

Para que serve o jejum? 6 razões para considerá-lo seriamente na vida cristã


O jejum é algo poderoso e fundamental da vida cristã, porque não foi apenas pregado pelos Padres da Igreja e pelos santos, mas é um mandato de Deus e foi praticado pelo próprio Jesus.
Nesse sentido, o diácono Sabatino Carnazzo, diretor executivo e fundador do Instituto de Cultura Católica em Virginia, Estados Unidos, considerou que devemos tomar como “padrão” aqueles que “chegaram ao final da corrida e ganharam”, porque “foram homens e mulheres de oração e jejum”.
Portanto, o Grupo ACI compartilha 6 razões pelas quais todo católico deve levar a sério o jejum para melhorar a vida de fé.


1. Por que é escolher um bem maior


“É a privação do bem, para tomar uma decisão para o bem maior”, disse o diácono Carnazzo.
Além disso, destacou que o jejum costuma ser mais associado com a abstenção de alimentos, mas também pode ser a renúncia a outros bens, tais como confortos e entretenimentos.


2. Porque dá equilíbrio à vida espiritual


“Todo o propósito do jejum é colocar a ordem criada e colocar a nossa vida espiritual em um equilíbrio adequado”, afirmou o diácono Carnazzo.
Porque, “como criaturas corporais depois da queda”, é fácil deixar que as nossas “paixões” busquem os bens físicos e substituam a nossa inteligência.
De acordo com Mons. Charles Pope, um conhecido sacerdote americano em Washington D.C., “jejuar ajuda a dar mais espaço para Deus em nossas vidas”.


3. Porque é o primeiro passo para ter controle sobre si mesmo


“A razão pela qual em 2000 anos de cristianismo preferiram jejuar alimentos é porque a comida é como o ar. É como a água, é algo fundamental”, disse o diácono Carnazzo.
“Por isso, a Igreja diz para ‘se deter aqui, neste nível fundamental, e ganhar o controle lá’. É como o primeiro passo da vida espiritual”, acrescentou.


4. Porque é bíblico


O primeiro jejum foi ordenado por Deus a Adão no Jardim do Éden, quando Deus instruiu a Adão e Eva para não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2, 16-17), assinalou o diácono Carnazzo.
Além disso, esclareceu que esta proibição divina não era porque a árvore era ruim, mas o fruto estava destinado “a ser comido no momento correto e no caminho correto. Da mesma forma, abstemo-nos dos bens criados para que possamos desfrutá-los no momento certo e da maneira certa”.
Por outra parte, no início do seu ministério, Jesus se absteve de comer e beber durante 40 dias no deserto e, assim, “reverteu o que aconteceu no Jardim do Éden”, disse o diácono.
“Como Adão e Eva, Cristo foi tentado pelo diabo, mas ao contrário deles, permaneceu obediente ao Pai, revertendo a desobediência de Adão e Eva e restaurando a nossa humanidade”, acrescentou.


5. Porque é poderoso


São Basílio Magno dizia que o jejum é “a arma de proteção contra os demônios. Nossos Anjos da Guarda realmente ficam com aqueles que purificaram suas almas através do jejum”.
Segundo o diácono Carnazzo, o jejum é poderoso, porque permite “deixar de lado este reino (criado), onde o diabo trabalha” e nos colocarmos em “comunhão com outro reino onde o diabo não trabalha e não pode nos tocar”.


6. Porque a Igreja pede


As obrigações atuais de jejum foram estabelecidas no Código de Direito Canônico de 1983.
“A Igreja estabelece limites claros, fora dos quais não é possível considerar que alguém esteja praticando a vida cristã. É por isso que violar intencionalmente as obrigações da Quaresma é um pecado mortal”, sentenciou o Diácono Carnazzo.

ACI


As Congregações Marianas em perguntas


As CCMM são um movimento?

Não. As Congregações Marianas são associações de fiéis católicos. São erigidas com permissão do Bispo local e possuem cada uma seu sacerdote particular.


O Congregado mariano  é um religioso?

O Congregado é alguém que se consagra à Virgem Maria participando da Congregação Mariana. Há sacerdotes, religiosos e até bispos que ingressam nas CCMM mas a maioria dos Congregados é leigo.


A Consagração na Congregação Mariana é dieferente?

Sim. A Consagração marial nas CCMM supõe a participação ativa na associação e o ganho de privilégios e bênçãos espirituais dados pelos Papas especialmente para os Congregados.


Qual apostolado/atividade das CCMM?

Tudo é apostolado para um Congregado: ajudar na Igreja, evangelizar a sociedade, dar bom testemunho no trabalho, na escola, etc. Não há uma atividade especial para as CCMM mas todas as ações que precisem de ajuda sempre estará lá um Congregado mariano.

 

“O objetivo fundamental da formação espiritual do Congregado Mariano é levá-lo à descoberta, cada vez mais clara, da própria vocação como batizado e consagrado a Nossa Senhora e à disponibilidade generosa para viver esta vocação no cumprimento da missão divina e humana que dela decorre”.
 Regra de Vida das CCMM
 


Reuniões da Congregação

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